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5,0 estrelas em 15 avaliações no GoogleIRATA e Escola Nacional de BombeirosSem licença camarária — entramos em obra sem esperarOrçamento gratuito com resposta no mesmo diaCondomínios, empresas e edifícios de difícil acessoPorto, Vila Nova de Gaia e todo o Norte de Portugal
Segurança

A segurança está sempre em primeiro lugar.

Cada intervenção tem plano de segurança, equipamento dentro da validade e duas cordas independentes por técnico.

Certificações

  • Acesso por cordas

    IRATA International

    Sistema internacional líder em acesso por cordas industriais. Formação, avaliação e supervisão rigorosas.

  • Formação PT

    ENB

    Escola Nacional de Bombeiros — formação técnica portuguesa em emergência, resgate e trabalhos em altura.

  • 5,0 em 15 avaliaçõesno Perfil de Empresa do Google
  • Equipa certificada IRATAFundada por bombeiros profissionais
  • Porto, Gaia e NorteOrçamento gratuito, sem compromisso
  • 938 537 184Seg. a sáb., 8h–19h
O que dizem os números

Trabalhar em altura: o que dizem os números

  • 25%

    das mortes em acidentes de trabalho em Portugal, em 2023, foram quedas em altura

  • 2

    mortes em 33 milhões de horas de acesso por cordas certificado, nos dados internacionais de 2024

  • 2

    cordas independentes em cada técnico, a todo o momento

Fontes: estatísticas nacionais de sinistralidade laboral de 2023 e relatório anual de segurança do acesso por cordas certificado, 2024.

Duas cordas descem do topo do edifício até ao técnico da RopeX, lá em baixo na rua

Como trabalhamos

  1. Análise de risco

    Plano de segurança específico antes de cada trabalho.

  2. Equipamento certificado

    EPI dentro de norma e de prazo de validade.

  3. Método

    Procedimentos claros, vindos dos protocolos de emergência.

  4. Redundância

    Nunca dependemos de um único ponto.

A lista de verificação antes de subir
  • Avaliação de risco antes do trabalho
  • Inspeção de equipamentos
  • Verificação de ancoragens
  • Delimitação e sinalização da área
  • Duas linhas independentes quando aplicável
  • Comunicação permanente na equipa
  • Equipamentos certificados conforme normas EN aplicáveis
  • Seguro de responsabilidade civil — que a lei não exige
No terreno

O método em execução

Fotografias da nossa equipa em obra.

Técnico da RopeX com arnês, descensor, mosquetões e rádio durante intervenção em fachada
Equipamento certificado e comunicação permanente
Proteção de corda aplicada sobre a platibanda para evitar desgaste por atrito
Proteção de corda em cada aresta viva
Técnico suspenso em duas linhas independentes a intervir numa fachada
Duas linhas independentes — nunca um só ponto
Dois técnicos da RopeX suspensos por cordas na mesma fachada, um acima do outro
Dois técnicos, cada um nas suas cordas
Ancoragem das cordas com fitas e nós numa viga de betão, antes de um trabalho em altura
Ancoragem com fitas numa viga de betão
Técnico da RopeX sentado na platibanda a ajustar o descensor na corda antes da descida
Descensor ajustado antes da descida
Técnico da RopeX, de costas, a montar a ancoragem das cordas numa viga de betão
Montagem da ancoragem das cordas
Técnico da RopeX na platibanda a passar a corda pelo descensor antes da descida, com a rua lá em baixo
Corda no descensor, antes de passar a platibanda
Dois técnicos da RopeX na cobertura a preparar o equipamento de cordas antes da descida
Preparação do equipamento na cobertura

Perguntas frequentes

Segurança e certificações

A RopeX tem seguro de responsabilidade civil?
Sim. E vale a pena saber o que isso significa: a lei portuguesa obriga as empresas de trabalhos em altura a ter seguro de acidentes de trabalho, que cobre os próprios técnicos. O seguro de responsabilidade civil — o que cobre danos causados ao edifício ou a terceiros — não é obrigatório. Temo-lo à mesma. Ao pedir orçamento a qualquer empresa, pergunte por este em concreto: é ele que responde se algo acontecer ao seu prédio ou a quem passa na rua.
Trabalhar em altura por cordas é mais perigoso do que com andaimes?
Os números dizem o contrário do que a intuição sugere. Em Portugal, em 2023, um quarto de todas as mortes em acidente de trabalho foram quedas em altura, e 18% dos acidentes graves. No acesso por cordas com certificação, os dados internacionais de 2024 registam duas fatalidades em 33 milhões de horas trabalhadas. O receio é legítimo, mas é receio do método errado: quem trabalha por corda está permanentemente preso a duas linhas independentes, enquanto num andaime a proteção depende de guarda-corpos montados por terceiros.
Que legislação se aplica aos trabalhos em altura em Portugal?
Três diplomas principais. O Decreto-Lei n.º 50/2005 transpõe a diretiva europeia sobre equipamentos de trabalho e é o que fixa as regras dos trabalhos temporários em altura, incluindo o acesso e posicionamento por cordas. O Decreto-Lei n.º 273/2003 regula a coordenação de segurança em obra. E o Decreto n.º 41 821/1958 continua a ser o regulamento de segurança na construção civil. Cumprimos os três, e apresentamos a documentação quando o condomínio ou a empresa a pede.
Que certificações têm os técnicos da RopeX?
A equipa segue os padrões IRATA International para acesso por cordas e a formação técnica da Escola Nacional de Bombeiros (ENB) para emergência e resgate em altura.
O que é feito antes de cada trabalho em altura?
Cada intervenção começa com análise de risco, inspeção do equipamento, verificação das ancoragens e delimitação e sinalização da área, antes de qualquer técnico subir.
Porque usam duas linhas de segurança independentes?
É um princípio de redundância do acesso por cordas: nunca dependemos de um único ponto. Se uma linha falhar, a segunda garante a segurança do técnico.

Quer ver o plano de segurança para o seu caso?

Peça orçamento e apresentamos o método de trabalho antes de começar.

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