Certificações
IRATA International
Sistema internacional líder em acesso por cordas industriais. Formação, avaliação e supervisão rigorosas.
TCIA
Tree Care Industry Association — referência mundial em práticas seguras de arboricultura e cuidado de árvores.
ENB
Escola Nacional de Bombeiros — formação técnica portuguesa em emergência, resgate e trabalhos em altura.
- 5,0 em 14 avaliaçõesno Perfil de Empresa do Google
- Equipa certificada IRATAFundada por bombeiros profissionais
- Porto, Gaia e NorteOrçamento gratuito, sem compromisso
- 938 537 184Seg. a sáb., 8h–19h
O medo de altura é legítimo. Mas é medo do método errado.
A pergunta que nos fazem sempre é se trabalhar por corda não é mais perigoso do que montar um andaime. Vale a pena olhar para os dados antes de responder de cor.
das mortes em acidente de trabalho em Portugal, em 2023, foram quedas em altura. Nos acidentes graves, 18%.
fatalidades em 33 milhões de horas trabalhadas no acesso por cordas certificado, nos dados internacionais de 2024.
linhas independentes em cada técnico, a todo o momento. Num andaime, a proteção depende de guarda-corpos montados por terceiros.
Fontes: estatísticas nacionais de sinistralidade laboral de 2023 e relatório anual de segurança do acesso por cordas certificado, 2024. A comparação não diz que trabalhar em altura é seguro — diz que, quando é preciso lá chegar, o método com o técnico permanentemente preso a duas linhas tem um registo melhor do que a estrutura montada por baixo.
Como trabalhamos
Análise de risco
Cada trabalho começa com avaliação técnica e plano de segurança específico.
Equipamento certificado
Utilizamos EPI e equipamento de rope access dentro de norma e prazo de validade.
Método comprovado
Procedimentos operacionais claros, inspirados em protocolos de emergência.
Redundância
Sistemas de segurança duplicados: nunca dependemos de um único ponto.
O método em execução
Não são imagens de catálogo. São intervenções reais da nossa equipa, com o equipamento e os procedimentos que descrevemos acima.



Segurança e certificações
- A RopeX tem seguro de responsabilidade civil?
- Sim. E vale a pena saber o que isso significa: a lei portuguesa obriga as empresas de trabalhos em altura a ter seguro de acidentes de trabalho, que cobre os próprios técnicos. O seguro de responsabilidade civil — o que cobre danos causados ao edifício ou a terceiros — não é obrigatório. Temo-lo à mesma. Ao pedir orçamento a qualquer empresa, pergunte por este em concreto: é ele que responde se algo acontecer ao seu prédio ou a quem passa na rua.
- Trabalhar em altura por cordas é mais perigoso do que com andaimes?
- Os números dizem o contrário do que a intuição sugere. Em Portugal, em 2023, um quarto de todas as mortes em acidente de trabalho foram quedas em altura, e 18% dos acidentes graves. No acesso por cordas com certificação, os dados internacionais de 2024 registam duas fatalidades em 33 milhões de horas trabalhadas. O receio é legítimo, mas é receio do método errado: quem trabalha por corda está permanentemente preso a duas linhas independentes, enquanto num andaime a proteção depende de guarda-corpos montados por terceiros.
- Que legislação se aplica aos trabalhos em altura em Portugal?
- Três diplomas principais. O Decreto-Lei n.º 50/2005 transpõe a diretiva europeia sobre equipamentos de trabalho e é o que fixa as regras dos trabalhos temporários em altura, incluindo o acesso e posicionamento por cordas. O Decreto-Lei n.º 273/2003 regula a coordenação de segurança em obra. E o Decreto n.º 41 821/1958 continua a ser o regulamento de segurança na construção civil. Cumprimos os três, e apresentamos a documentação quando o condomínio ou a empresa a pede.
- Que certificações têm os técnicos da RopeX?
- A equipa segue os padrões IRATA International para acesso por cordas, TCIA para arboricultura e a formação técnica da Escola Nacional de Bombeiros (ENB) para emergência e resgate em altura.
- O que é feito antes de cada trabalho em altura?
- Cada intervenção começa com análise de risco, inspeção do equipamento, verificação das ancoragens e delimitação e sinalização da área, antes de qualquer técnico subir.
- Porque usam duas linhas de segurança independentes?
- É um princípio de redundância do acesso por cordas: nunca dependemos de um único ponto. Se uma linha falhar, a segunda garante a segurança do técnico.
