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5,0 estrelas em 14 avaliações no GoogleIRATA, TCIA e Escola Nacional de BombeirosSem licença camarária — entramos em obra sem esperarOrçamento gratuito com resposta no mesmo diaCondomínios, empresas e edifícios de difícil acessoPorto, Vila Nova de Gaia e todo o Norte de Portugal
Segurança

A segurança está sempre em primeiro lugar.

Trabalhamos com método, equipamento adequado e um plano de segurança para cada intervenção. A nossa formação combina padrões internacionais e experiência real de bombeiros no terreno.

Certificações

Acesso por cordas

IRATA International

Sistema internacional líder em acesso por cordas industriais. Formação, avaliação e supervisão rigorosas.

Arboricultura

TCIA

Tree Care Industry Association — referência mundial em práticas seguras de arboricultura e cuidado de árvores.

Formação PT

ENB

Escola Nacional de Bombeiros — formação técnica portuguesa em emergência, resgate e trabalhos em altura.

  • 5,0 em 14 avaliaçõesno Perfil de Empresa do Google
  • Equipa certificada IRATAFundada por bombeiros profissionais
  • Porto, Gaia e NorteOrçamento gratuito, sem compromisso
  • 938 537 184Seg. a sáb., 8h–19h
O que dizem os números

O medo de altura é legítimo. Mas é medo do método errado.

A pergunta que nos fazem sempre é se trabalhar por corda não é mais perigoso do que montar um andaime. Vale a pena olhar para os dados antes de responder de cor.

25%

das mortes em acidente de trabalho em Portugal, em 2023, foram quedas em altura. Nos acidentes graves, 18%.

2

fatalidades em 33 milhões de horas trabalhadas no acesso por cordas certificado, nos dados internacionais de 2024.

2

linhas independentes em cada técnico, a todo o momento. Num andaime, a proteção depende de guarda-corpos montados por terceiros.

Fontes: estatísticas nacionais de sinistralidade laboral de 2023 e relatório anual de segurança do acesso por cordas certificado, 2024. A comparação não diz que trabalhar em altura é seguro — diz que, quando é preciso lá chegar, o método com o técnico permanentemente preso a duas linhas tem um registo melhor do que a estrutura montada por baixo.

Como trabalhamos

Análise de risco

Cada trabalho começa com avaliação técnica e plano de segurança específico.

Equipamento certificado

Utilizamos EPI e equipamento de rope access dentro de norma e prazo de validade.

Método comprovado

Procedimentos operacionais claros, inspirados em protocolos de emergência.

Redundância

Sistemas de segurança duplicados: nunca dependemos de um único ponto.

Avaliação de risco antes do trabalho
Inspeção de equipamentos
Verificação de ancoragens
Delimitação e sinalização da área
Duas linhas independentes quando aplicável
Comunicação permanente na equipa
Equipamentos certificados conforme normas EN aplicáveis
Seguro de responsabilidade civil — que a lei não exige
No terreno

O método em execução

Não são imagens de catálogo. São intervenções reais da nossa equipa, com o equipamento e os procedimentos que descrevemos acima.

Técnico da RopeX com arnês, descensor, mosquetões e rádio durante intervenção em fachada
Equipamento certificado e comunicação permanente
Proteção de corda aplicada sobre a platibanda para evitar desgaste por atrito
Proteção de corda em cada aresta viva
Técnico suspenso em duas linhas independentes a intervir numa fachada
Duas linhas independentes — nunca um só ponto
Perguntas frequentes

Segurança e certificações

A RopeX tem seguro de responsabilidade civil?
Sim. E vale a pena saber o que isso significa: a lei portuguesa obriga as empresas de trabalhos em altura a ter seguro de acidentes de trabalho, que cobre os próprios técnicos. O seguro de responsabilidade civil — o que cobre danos causados ao edifício ou a terceiros — não é obrigatório. Temo-lo à mesma. Ao pedir orçamento a qualquer empresa, pergunte por este em concreto: é ele que responde se algo acontecer ao seu prédio ou a quem passa na rua.
Trabalhar em altura por cordas é mais perigoso do que com andaimes?
Os números dizem o contrário do que a intuição sugere. Em Portugal, em 2023, um quarto de todas as mortes em acidente de trabalho foram quedas em altura, e 18% dos acidentes graves. No acesso por cordas com certificação, os dados internacionais de 2024 registam duas fatalidades em 33 milhões de horas trabalhadas. O receio é legítimo, mas é receio do método errado: quem trabalha por corda está permanentemente preso a duas linhas independentes, enquanto num andaime a proteção depende de guarda-corpos montados por terceiros.
Que legislação se aplica aos trabalhos em altura em Portugal?
Três diplomas principais. O Decreto-Lei n.º 50/2005 transpõe a diretiva europeia sobre equipamentos de trabalho e é o que fixa as regras dos trabalhos temporários em altura, incluindo o acesso e posicionamento por cordas. O Decreto-Lei n.º 273/2003 regula a coordenação de segurança em obra. E o Decreto n.º 41 821/1958 continua a ser o regulamento de segurança na construção civil. Cumprimos os três, e apresentamos a documentação quando o condomínio ou a empresa a pede.
Que certificações têm os técnicos da RopeX?
A equipa segue os padrões IRATA International para acesso por cordas, TCIA para arboricultura e a formação técnica da Escola Nacional de Bombeiros (ENB) para emergência e resgate em altura.
O que é feito antes de cada trabalho em altura?
Cada intervenção começa com análise de risco, inspeção do equipamento, verificação das ancoragens e delimitação e sinalização da área, antes de qualquer técnico subir.
Porque usam duas linhas de segurança independentes?
É um princípio de redundância do acesso por cordas: nunca dependemos de um único ponto. Se uma linha falhar, a segunda garante a segurança do técnico.

Segurança comprovada em cada intervenção.

Peça um orçamento e conheça o nosso plano de trabalho para o seu caso.

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